terça-feira, 28 de outubro de 2014

29/08/14 - SEXTA DOS TESTES E DO ORGULHO DE PAI

Noite bem mais ou menos. Vanessa estava adoecida. Parecia mais um domingo que uma sexta. O Whatsapp começou a apitar no juízo. Amigos chegando na cidade. Oportunidade de mudar aquele clima. Qual lugar de escolha para uma saída? Claro, Estação do Malte. Com um atraso considerável e bem notado por todos, cheguei ao templo da cerveja em Natal. Meus olhos viram algo lindo. Como de um pai que vê seu filho dando seus primeiros passos. Meu grande amigo Ricardo, estava por beber uma Lucifer. Cerveja que tive a honra de aprensentá-lo em uma das minhas idas a Recife. Senti um tremendo orgulho naquele momento. Mas deixemos de frescurites. Aquela noite pedia novidades. E o bar tinha muito o que me oferecer. Pedi logo de cara um dos chopps artesanais, feito por meu amigo Alexandre. O chopp Mangalanga Prato Perfeito estava sensacional, toques de pimenta transformavam a língua numa esponja que absorvia os sabores ainda mais. Finalmente, consegui saborear esta beleza de cerveja. Mas não parei por aí, a noite estava começando. A segunda escolhida foi o Chopp Rubia Blond Ale, do grande cervejeiro ..., que estava tão boa quanto a prato perfeito. Seu aroma e sabor inundavam minha boca enquanto esperava o melhor petisco da casa, a isca de carne. Enquanto acabava essa belezinha, minha amiga Rayssa, me matando de orgulho também, se interessa por uma cerveja com frutas vermelhas. A ... foi a escolhida. Dividiu a belezinha com a Vanessa, que àquela altura já havia melhorado da garganta para beber conosco. Claro que em minha cabeça a comparação com a Liefmans seria inevitável. A ... ganhava apenas no aroma, bem intenso. O sabor, mais azedinho não me agradou, mas continuava tão saborosa quanto a Liefmans. A carne havia chegado e a Piraat, como sugestão do Wagner para tentar diminuir meu amor pela Lucifer, foi a escolha para acompanhar (Só pro pessoal não achar que a carne demorou, eu que bebi rápido mesmo. A sede tava grande). A Piraat é uma cerveja bem diferente do que eu achava ser o estilo Belgian Golden Strong Ale. Muito alcóolica e bem mais intensa que as demais que já havia degustado. Talvez por esse motivo não tive tanta intimidade com esta cerveja. Tomarei novamente ela, com a cabeça aberta. Alguns podem pensar que isso seria o bastante para uma boa noite de sexta-feira. Ainda tinha mais. Wagner surge com uma bela garrafa da cerveja Grand Carolous. 750 mililitros de muito álcool, sabor e aroma. Minha paixão estava abalada naquele momento. Não sei se por estar começando a ficar com os sentidos um pouco alterados ou por ela ser tão saborosa. Outra cerveja que, sem dúvida, procurarei para beber em casa acompanhando algum prato feito por mim. Ao finalizar a conta, um chopp Brookly Vienna foi a saideira dessa noite que saiu de uma noite de "domingo" para um abalo em meu primeiro amor. Wagner, isso não se faz com um homem apaixonado! kkkkkk

Palavras dele: "Denis, porque você não relaxa? Denis, você pagou sua taxa."

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